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Sempre que tinha oportunidade, sempre dizia que a Dona Lucinha era o tipo da pessoa que a gente aproveitava tudo aquilo que dizia. Ela não jogava conversa fora… E como aprendi! Que privilégio o meu! Quanta generosidade, sabedoria, fé. Os fogões de Minas, com certeza, estão empobrecidos. Vai fazer falta, há vai sim. Fisicamente, digo. Na memória ela estará viva, para sempre.

Entrevistei Dona Lucinha várias vezes. Compartilho o último programa que fiz com ela. Ficou lindo!!!